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Anitta critica comparações entre álbuns e compartilha sua visão sobre a música

30 de julho de 2026
7 min de leitura
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Anitta critica comparações entre álbuns e compartilha sua visão sobre a música

Após o lançamento de 'EQUILIBRIVM II', Anitta critica as comparações entre artistas e discute a importância de apreciar a música de maneira única.

Depois de lançar “EQUILIBRIVM II”, Anitta detonou as comparações entre artistas e seus trabalhos musicais. A cantora afirmou que esse hábito do público dificulta uma análise mais profunda das obras e defendeu que cada álbum seja compreendido por suas próprias características.

Além disso, a artista disse que esse tipo de associação reduz a experiência de quem consome música, e que muitas pessoas tentam enquadrar novidades em referências já conhecidas em vez de conhecê-las sem filtros. Ao falar sobre o tema, Anitta ainda explicou que nunca enxergou sentido em colocar diferentes artistas ou projetos lado a lado.

“Existe uma necessidade dos outros de querer comparar os artistas. Eu acho isso pobre de espírito, pobre de percepção. Quando você compara uma coisa com a outra, ainda mais coisas que não têm nada a ver, é porque ou você não pesquisou, não se aprofundou em um, ou não se aprofundou no outro”, garantiu.

Ao longo das 17 faixas de “EQUILIBRIVM II”, a cantora aborda temas como autoconhecimento, amor e espiritualidade. Esses assuntos também apareceram em trabalhos recentes de artistas brasileiras, entre elas Marina Sena e IZA. Além disso, os novos visuais apresentados por Anitta geraram comparações entre fãs nas redes sociais com a estética de “Coisas Naturais”.

Mesmo sem citar nomes, a cantora afirmou que entende porque muitas pessoas recorrem às comparações, embora considere esse comportamento um obstáculo para conhecer propostas diferentes. “As pessoas têm uma necessidade muito grande de comparar as coisas para saber associar. Mas isso aqui é algo novo. Pense como algo novo, não precisa ter uma comparação”, refletiu.

Em seguida, Anitta recorreu a uma situação do cotidiano para ilustrar seu ponto de vista. Ela afirmou que nem toda novidade precisa se parecer com algo já conhecido para fazer sentido. “É igual quando alguém vem com um prato novo para você experimentar e você pergunta: ‘É tipo o quê?’. “Não sei, come aí e vê se você gosta ou não gosta. Precisa ser tipo alguma coisa? Não precisa. O cérebro da gente não precisa estar sempre buscando alguma coisa para ser tipo outra”, refletiu. Depois, a cantora afirmou que as comparações acompanham sua carreira há bastante tempo.

Ainda assim, contou que demorou para compreender o porquê que esse comportamento se tornou tão frequente em parte do público. “Fico com essa dificuldade, porque eu não tenho esse pensamento. Pra mim, eu vejo as coisas que eu vejo como algo novo, não preciso estar associando a outra coisa”, garantiu.

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